sexta-feira, 21 de abril de 2017

13 anos de ti...







Sim, já sei. Fazes 13 anos e não é swag fazer-te declarações de amor em público.
Adoro-te, puto. O resto, fica só para nós.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

O Chef cá de casa!


Quem nos conhece, sabe que o meu homem tem verdadeira adoração por tábuas de madeira. Ciente disto, a Catarina liga-me um dia, a dizer-me que estava  ao pé de umas tábuas LINDAS da Tabuada do Chef e pergunta-me se quero que me traga uma personalizada. Disse-lhe que sim, que o meu marido iria amar, e pedi-lhe que viesse gravada com a frase "O Chef cá de casa".
Voilá! É linda de morrer e é fabricada em Pernes, onde já dei aulas de Dança há muitos anos. Feita de madeira maciça de pinheiro bravo, é a escolhida pelo Jamie Oliver e por outros Chefs de renome nacional e mundial, e agora está na minha cozinha, para uso do Chef cá de casa, o melhor do meu mundo!

[obrigada, miúda, já cumpriste um sonho]

terça-feira, 18 de abril de 2017

A Maternidade será sempre o meu tema


Olho para esta fotografia tirada no Domingo de Páscoa e rodeada dos meus filhos todos (está um a mais, não estão a contar mal!), e lembro-me das voltas que a vida dá e de como ela -a Vida- nos muda. 
Antes de casar pela primeira vez e antes de engravidar pela primeira vez, não me imaginava mãe. Sequer brincava com bonecas-minhas-filhas, apenas com bonecas-minhas-irmãs (sou filha única), ou com bonecas-minhas-amigas. Essa era a máxima confiança que lhes dava. 
Nunca desejei ser mãe com nenhum fervor especial e nem nunca precisei de pensar muito no assunto, porque provenho de uma linhagem de mulheres que consegue ter filhos tão naturalmente como a sede, de modo que a dificuldade-que-faz-crescer-a-vontade nunca existiu para mim. 
Só me senti "mãe" algum tempo depois de ter tido o meu primeiro filho, acho que porque ainda era muito "filha", e foi a duras penas que percebi o inevitável: que ser mãe é não ter sossego nunca mais. E não falo do desassossego físico, que com esse vamos podendo bem; falo do desassossego emocional, esse Amor incondicional que nos invade sem estarmos à espera, como uma onda gigante, que nos enrola e que nos faz engolir pirolitos, que nos dá um medo tremendo e que, esperamos nós, desemboca numa maré calma.
Volto a olhar para esta fotografia rodeada dos meus filhos todos, e vejo uma mãe de quatro mais sossegada, apesar de tudo. Já me deixei enrolar na onda gigante quatro vezes e tornei-me uma nadadora mais competente. Venho sempre à tona mais forte e infinitamente mais feliz.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Feita em papas!

5km. A última vez que corri foi em Agosto. Tinha sido mãe há três meses. Antes disso, não corria há um ano. Frases curtas. Telegráficas. Estou feita em papas. Adeus.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Mãe aos 20 e aos 40...


A diferença entre ser mãe aos 20 e aos 40, é a certeza de que os filhos não ficarão para sempre ao nosso colo. É o turning point da maternidade: o exacto momento em que nos deixamos de "balelas pedagógicas" e damos aos nossos filhos o colo, os beijos, os abraços e tudo o que nunca deveria ter peso e medida.

[Boa Páscoa!]

quarta-feira, 12 de abril de 2017

O que foi o melhor do teu dia?


O melhor do meu dia foi...
estar numa entrevista de emprego onde se jogou xadrez;
ver Lisboa das nuvens;
conhecer um guru de carne e osso;
descobrir que no meio corporativo também há espaço para "dar graças" e para meditar;
assistir, na primeira fila, à reinvenção de uma história de vida.

Sim. Foi um dia do caraças.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Saudades de manos

Juvenália de Oliveira Fotografia

Os meus filhos mais velhos estão de férias com o pai e já não vêem o mano há quase uma semana. De modo que sempre que falamos ao telefone, é emocionante ver as saudades que têm dele, os mil beijinhos que lhe mandam, as vezes que pedem para o ouvir e a doçura que põem na voz sempre que lhe sussurram mimos que só o Vicente entende.
E depois é vê-lo do lado de cá do telefone, a reconhecer-lhes as vozes e a querer histericamente chegar-lhes com a mão.
O Amor é isto. Tão simples como isto.

sábado, 8 de abril de 2017

Que bom que era não haver "filhos do divórcio"!


Os anos passam e vamos arranjando maneiras de lidar com as dores que vivemos, mas há "buracos negros" que permanecem, a lembrar-nos porque é que fomos ficando mais fortes.
A Pós-Graduação em Mediação Familiar tem-me feito revisitar esses "quartos mais escuros" relacionados com a separação dos meus pais e com a minha própria, e ajuda-me a confirmar o que já intuía: que o impacto do divórcio nas crianças, depende da forma como os adultos lidam com aquela circunstância. Ponto final. 
Bater-me-ei por esta causa sempre. Por todos os miúdos que servem de "pombo-correio" entre os pais desavindos, por todos os que servem de "saco de pancada", por todos os que são obrigados a escolher um dos progenitores, por todos aqueles a quem lhes é "roubado" um deles, por todos os que são culpabilizados pelos conflitos, por todos os que são manipulados para tomar partidos, por todos os que são emocionalmente violentados em nome do Amor, por todos a quem a infância é súbita e irremediavelmente roubada, por todos os miúdos que se perdem tragicamente no meio disto tudo.
Os filhos são dos pais, não são do divórcio.

[este post é dedicado à turma de "mulheres coragem" em que fui calhar...sou uma sortuda]

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quando foi a última vez que remaste contra a maré?


Já não pinto o cabelo há dois meses e meio, contra alguns ventos e marés.
Tomei a decisão de deixar crescer os "brancos" no início do ano e desde aí, tenho feito algumas mudanças para tornar o processo de transição mais rápido, como ter cortado radicalmente o cabelo. Também criei o grupo de facebook Mulheres de Prata (que já conta com mais de 1500 membros), para fazer esta "viagem" em conjunto. E tem sido tão bom!
Há dias em que me olho ao espelho e não me reconheço. Dias estranhos, em que me pergunto porque raio faço isto. E depois há os outros (a maioria), em que me questiono porque raio não fiz isto há mais tempo. Nisto, como em quase tudo o resto, não há respostas certas, não há "certo" ou "errado", nem receitas e mezinhas, nem verdades absolutas e universais. Há respostas pessoais e transmissíveis, verdades que mudam com o vento e com o humor, e o direito de sermos quem queremos ser em cada momento.

[quando foi a última vez que remaste contra a maré?]

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Os Pais são o País dos filhos!



Na língua portuguesa, as palavras "Pais" e "País" só diferem no acento e no meu dicionário, não é por acaso. Todos os Pais com letra maiúscula devem ser o País dos filhos, um território que dá sentido de pertença, que constrói a identidade, de onde às vezes se foge para conquistar outras terras, mas para onde se regressa sempre, porque ele é a origem de tudo e a explicação para grande parte do que somos.
Este País que são os "bons Pais para os filhos", não se desvanece quando acontece uma separação. Ou por outra, não se deve desvanecer. Bem sei que há guerras que partem Países ao meio e que fragmentam tudo até restar quase nada, mas pergunto-me se é isso que queremos fazer aos nossos filhos: quebrá-los até restar muito pouco. A guerra entre Pais é tão avassaladora como a guerra de um País, porque também pode ferir de morte e matar (ainda que aos bocadinhos), e deixa cicatrizes, umas a céu aberto e outras que não se vêem, mas que duram uma vida inteira.
Que todos os Pais tenham a noção de que são o País dos filhos, sem barricadas impostas à custa de uma separação. As fronteiras dos pais separados são somente dos próprios, porque os miúdos circulam livremente nesse espaço geográfico que se chama "Amor" e que lhes pertence por direito, eternamente.

sábado, 1 de abril de 2017

Mães de muitos filhos, como é que fazem??


Com filhos de quase todas as idades, já começa a ser difícil arranjar programas que agradem a todos. Ora são infantis demais, ora "para crescidos" demais. Ora são o máximo para uns e um tédio para outros. A gestão do lazer desta família numerosa começa a ser um desafio!
De modo que quando "acertamos as agulhas" e conseguimos fazer uma coisa a seis, é agradecer em silêncio (para os Srs. Adolescentes não se sentirem pressionados!), e gozar o tempo sem expectativas muito altas. E depois...depois, é a melhor coisa do mundo!

Vamos salvar a vida da Maria?



A Maria tem 15 meses e no dia 28 de Dezembro foi-lhe diagnosticada leucemia mielomocítica juvenil.
A Maria precisa fazer um transplante de medula óssea e os apelos estão a ser feitos na sua página de facebook, Salvar a Vida da Maria.
Para ajudar, regista-te como dador e tenta fazer a diferença, porque quantos mais dadores, maior a possibilidade de salvar a Maria. E se fores compatível, a doação pode ser tão simples como uma recolha de sangue!
Vamos salvar a vida da Maria?

quarta-feira, 29 de março de 2017

Viver com leveza!


Depois da família sair de manhã, fico mais ou menos uma hora com o meu bebé até, também eu, sair para trabalhar. E quando ele me dá tréguas, gosto de ver vídeos como este, que me ajudam a relativizar tudo, a colocar tudo em perspectiva e a agradecer a vida.
Se vos apetecer, espreitem o canal no You Tube, Projeto Estelar. Juro que não se arrependem...

[bom dia!]

domingo, 26 de março de 2017

Como é que a gente sabe?

Juvenália de Oliveira Fotografia
Nunca li tão poucos livros. E não é porque sou mãe de quatro. Essa, no meu caso, é uma desculpa mal amanhada. É certo que as tarefas são imensas e que o cansaço, às vezes, é demolidor. Mas já descobri que quando quero muito ler, arranjo tempo e espaço: cinco minutos antes de fechar a luz, na sesta de meia hora do Vicente, quando o pai toma conta...Nunca li tão poucos livros, porque me perco na voracidade de tudo o que posso ver e ler na internet. Perco-me no telemóvel, no youtube, no google, no facebook e no instagram, e se há dias em que dali trago coisas que me enchem a alma, há outros em que parece que me perdi num abismo de informação vazia de que não preciso assim tanto, e que me entope os canais. Aqueles por onde entram a emoção, o silêncio, a reflexão. 
O meu regresso aos livros acontece, como agora, sempre que preciso de tranquilidade para pensar e para tomar decisões. Acontece quando preciso recentrar-me e escolher o meu lugar nalguma coisa ou, simplesmente, comigo mesma. Os livros tornam-se uma espécie de porto de abrigo onde me refugio, quieta, para voltar à essência. E para tentar entender se as oportunidades que aparecem de repente são para tragar de uma vez ou se, ao contrário, só chegam para nos testar, como se a Vida nos dissesse "ai já tens a certeza do que queres? Vamos lá ver se tens...toma lá esta tentação e vê lá se esse teu ego do tamanho da lua consegue resistir...".
Como é que a gente sabe se é a Vida a por-nos à prova, ou a dar-nos uma oportunidade de mão beijada?
Como é que a gente sabe?...

sábado, 25 de março de 2017

10 meses de ti [e vários clichés]

Pau Storch Photography

Há exactamente 10 meses que andamos nisto. Neste namoro e neste acumular de cansaços, que nos faz o corpo em papas e a alma cheia. 
O cliché "parece que foi ontem" aplica-se, e parece que foi ontem que saíste de dentro de mim, do tamanho de um rato e vermelho como um bife cru e, ainda assim, o bebé mais lindo que poderíamos desejar (outro cliché!).
Não te importes com eles (os clichés), e foca-te antes na verdade universal que eles traduzem: este Amor imenso e incondicional, esta exaustão incomensurável, esta felicidade crua, que é como quem diz, uma felicidade que tem dias e horas e minutos. Aquela felicidade que só não é completamente plena, porque nos faz chorar de emoção e, no minuto a seguir, de desespero e de cansaço. Outro cliché...

[amo-te!]

sexta-feira, 24 de março de 2017

Sabias que há estudantes refugiados em Portugal? [vamos ajudar?]


A Associação Académica de Lisboa encontra-se a promover o Concerto Academia Solidária, cujas receitas reverterão para a atribuição de bolsas de estudo para estudantes refugiados.
O evento decorre hoje, na Aula Magna, e conta com a participação da Estudantina Universtária de Lisboa, Berg, Diogo Faro, entre outros, procurando sensibilizar os estudantes do ensino superior e a comunidade em geral, para a causa dos Refugiados que se encontram a ser acolhidos e integrados em Portugal, em particular, dos estudantes.

Para todas as informações, espreita aqui e aparece!

quinta-feira, 23 de março de 2017

E se a autora destes pratos fosse eu?

Tenho a sorte de ter um parceiro que me apoia em tudo o que faço, que me valoriza nas pequenas e nas grandes coisas e que, muito mais que dar uma ajuda, partilha comigo todas as tarefas, numa lógica de "igual para igual", porque é dessa maneira que encaramos a família: como uma equipa. Esta visão faz com que dividamos tarefas em função dos gostos e das competências de cada um (é aqui que os pequenos-almoços ficam do lado dele!), e também, da disponibilidade física e mental de cada um. E isto implica admitir que se num dado momento estamos cansados ou não podemos por alguma razão, pedimos ajuda ao outro, que assume as rédeas das tarefas, sejam as refeições, a mudança do caixote do gato, as compras, o que for. 
Ainda assim, às vezes pergunto-me se fosse eu a fazer estes pequenos-almoços ao meu homem, se o feedback seria o mesmo, isto é, se seria digno de nota uma mulher com este esmero?...E não estou a falar da estética, nem do sabor, esses sim, inequivocamente dignos de nota! Também não me refiro aos muitos comentários simpáticos de pessoas que pedem receitas, que admiram a criatividade do meu marido e que lhe pedem um livro de pequenos-almoços :) A essas pessoas, agradeço infinitamente a simpatia e informo aqui, em primeira mão, que ando a tentar convencê-lo a criar um blogue com receitas de pequenos-almoços, mas ainda não consegui ser suficientemente persuasiva (vão continuando a tentar!). 
Refiro-me aos clássicos comentários "que sorte que tens em teres um homem que te faz coisas dessas!", ou "guarda-o bem, porque já não se faz disso!, ou ainda "gostava de saber o que é que fazes em casa!".
Em pleno século XXI e numa sociedade dita "desenvolvida", ter maridos que fazem coisas em casa ainda quer dizer uma de duas coisas: ou que tivemos sorte ou que somos preguiçosas. E ter homens que se dedicam às tarefas domésticas ainda é encarado como "uma ajuda", e pouco como uma "obrigação" que se reparte pelo casal.
Felizmente, "tive a sorte", lá está, de ter ao lado alguém que vê isto de outra maneira e pergunto-me, muitas vezes, se estarei a educar os meus "homens pequeninos" lá de casa para mudarem o chip. Quero acreditar que o exemplo norteia. A ver vamos.


PS: se quiserem ir acompanhando estes e outros pequenos-almoços, sigam-nos aqui!

quarta-feira, 22 de março de 2017

As mães perfeitas são pura ficção!

Juvenália de Oliveira Fotografia
Não acredito em mães perfeitas, porque apesar de serem tantas vezes super-heroínas, são pessoas, e também não acredito em pessoas perfeitas. Acredito que se estivermos atentos ao caminho que vamos fazendo, vamos melhorando coisas em nós e, no caso da maternidade, vamos limando arestas, afinando prioridades e relativizando. Podemos caminhar para um ideal de perfeição, mas nunca chegaremos lá e, provavelmente, ainda bem. É uma tremenda chatice tentarmos a todo o custo sermos perfeitas, e é mais chato ainda quando, equivocadamente, achamos que somos e passamos a vida a tentar convencer os outros dessa nossa "verdade". Gastamos energia, perdemos tempo e não granjeamos muita simpatia. Em resumo, ficamos umas chatas do pior e cansamo-nos muito!
Olho para trás, agora com menos culpa que há uns anos, e vejo como a inexperiência e a imaturidade ditaram a mãe que comecei por ser do meu primeiro filho. Muitos medos, uma enorme ansiedade e a ingenuidade de achar que se me esforçasse muito, conseguiria atingir a perfeição. Claro que bastaram as primeiras horas com um bebé recém-nascido em casa, para perceber que estava a anos luz de ser perfeita, e muitos anos para me libertar da culpa de achar que falhara por nunca ter atingido esse "nirvana das mães": a perfeição.
Foram precisos quatro filhos e muitas mudanças na vida, para entender que fui sempre a melhor mãe que consegui ser para cada um deles em cada momento, e essa descoberta faz hoje de mim uma mãe mais pacificada. Reparem que não digo "menos culpada", porque nós, mães, temos isto: esta eterna veleidade de achar que somos o molde mais importante dos nossos filhos e que os nossos erros cravam-se-lhes na pele para a vida. Cravam, sim, mas nem sempre de forma negativa. A mãe que erra e que ama, ensina aos filhos que errar é humano e que o erro é independente do Amor. A mãe que erra e que ama, cria proximidade porque se humaniza. E dá a liberdade aos filhos de também eles errarem, sem que isso lhes retire mérito e confiança para irem testando os seus limites.
Com o passar dos anos, tenho aprendido a libertar-me da busca da perfeição e a ser eu própria, com todos os erros que isso implica. E à medida que o tempo avança, acho que vou preparando filhos mais felizes.

terça-feira, 21 de março de 2017

No dia em que fizeste 42...







A ideia inicial era passarmos duas noites sozinhos, fora de casa, mas não deu [Catarina, obrigada pelas dicas!]. Quem tem quatro crianças sabe que os planos saem muitas vezes "furados", e é preciso lidar com isso com tranquilidade.
Optámos por tirar o dia de aniversário de férias, miúdos na escola, e rumarmos ao Sul. Sabíamos que tínhamos as horas contadas e que seria pouco tempo de "soltura", mas parámos de pensar "no que poderia ser" e aproveitámos para gozar "o possível": ir até Setúbal, apanhar o ferry para Tróia e parar na Comporta para almoçar e meter os pés na areia.
Há muitos meses que não vivíamos o luxo do tempo só nosso e, só por isso, este dia valeu por uma semana! É que se há coisa de que tenho saudades, é desta sensação de liberdade, aquela que dá espaço para recarregar baterias e voltar à vida real, retemperada.
Voltámos, mas queremos mais...

segunda-feira, 20 de março de 2017

Parabéns, meu amor!


Escrevo-te o que te disse esta madrugada: tem sido um privilégio fazer esta "viagem" contigo nestes últimos anos. Hoje começa mais um.

[parabéns, meu amor!]